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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Avaliação do Estágio III
Texto Avaliação
1 Qual é o valor de nossa intervenção, para nós e para as pessoas com as quais nos relacionamos nesse lugar escolhido da cidade educativa?
R: Foram muitos os resultados, participei de uma experiência, sai do estranhamento ao familiar, e cheguei a uma realidade que não tinha noção que existia. Quando li a unidade 1 “A cidade e Suas Possibilidades educativas” pag.53 propondo discussão de cidade como produção de espaço urbano, eu não tinha idéia do que eu ia fazer para desenvolver o que estava colocado em discussão. Partindo para pratica, comecei caminhar, tudo me era familiar, mas o estranhamento logo me veio, eu estava falando sozinho, filmando tudo sem saber para que, há uma das leituras que me auxiliou foi a da pag. 54
Ver a cidade constitui-se ainda uma experiência corporal. Trata-se do corpo apropriando-se do espaço da cidade e percebendo tanto o odor de um rio fétido, quanto à brisa suave no final da tarde. O corpo também está atento à violência, aos sinais de trânsito, ao asfalto quente, ao verde. Ele é tanto entidade formuladora de imagens quanto elemento constitutivo da imagem, pois é parte integrante da paisagem urbana. O corpo também é objeto de discurso. Papel ambíguo esse do corpo. |Objeto e sujeito de discursos. (ARRAIS, 2001, p. 179)
Tenho em mim um sentimento que as pessoas envolvidas neste processo, que consiste de um passo essencial, compreender a identidade cultural que possuímos.
2 Mas e agora? Qual o significado da ação - não só para nós, mas para todos os envolvidos?
R: O individuo como expectador, inserido na ação como cidade educadora, buscou construir e desconstruir imagens, olhares e descobertas de um novo significado de espacialidade. Eu como participante envolvido, desafiado busquei a cada dia enxergar em âmbitos sociais, políticos, cultural a importância da significação da construção de uma cidade educadora.
3 Quais foram às motivações?
Como futuro educador, licenciado em artes visuais, tem a cada dia, um desafio levar aos alunos uma proposta de ensino que seja investigativa.
De acordo com a própria Carta das Cidades Educadoras, acultura e a educação deve ter prioridades no recebimento de investimentos, pois somente a partir desses investimentos é que os cidadãos poderão desenvolver seus potenciais pag.59, se nos envolvidos neste processo de descobertas de educação formal e não formal conseguirmos dialogar com as possibilidades de estabelecer conexões iremos alavancar para diálogos e saberes.
4 Todos tiveram consciência de estar no processo?
R: Sim, todos tiveram! As preocupações que tive foram em buscar parceiros que se envolvesse na proposta. Sempre deixei bem claro para todas, que as possibilidades seriam remotas, pois estávamos descobrindo junta a proposta, também copias da carta das cidades educadoras foram distribuídas para que eles conseguissem ter um pouco mais de acesso a todo material.
5 Como os participantes (inclusive nós, evidentemente), depois de concluído o processo, nos apropriamos dos conhecimentos construídos, para nossas vidas pessoais, profissionais...?
R: A Associação da Terceira Idade me convidou para realizar novas atividades. Muitas pessoas que participaram da ação começaram a me ver na rua, e dizer que, pararam para refletir sobre as ações educativas que estavam praticando sem perceber. Acredito que cheguei bem próximo do que pretendia.
6 Quais foram às mudanças? Transformações? Tomadas de consciência?
R: Foram varias mudanças! Nunca tinha pensado em cidade como meio de educação, como já citei as pessoas envolvidas também não. Nos fomos descobrindo passa a passo as mudanças que foram acontecendo, isto é bem pessoal, as vezes nos olhares, nos gestos até mesmo em ação.
7 Qual é o valor de uma experiência como essa?
R: Defino em única, como se fosse um espetáculo na estréia, poderia ate acontecer outros iguais, mas o publico sempre seria diferente, cada um teria seu entendimentos.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Ação Pedágogica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - UFG
FACULDADE DE ARTES VISUAIS - FAV
Licenciatura em Artes Visuais- EAD
Disciplina: Estágio Supervisionado III
Professora: Patrícia de Souza Martins.
Aluna: Sandro Botelho
Pólo: Cora Coralina - Alexânia-Go.
Intervenção Poética Pedagógica para Melhor Idade
Introdução:
A Associação da terceira Idade Rainha da Paz fica localizada no prédio da feira municipal de Alexânia, em Goiás. Trata-se da união de pessoas na busca de estarem sempre em atividades, como educação física, natação, hidroginástica, e forró da terceira idade. Motivados pela experiência de vida e amizade. Teremos neste projeto poético pedagógico em artes visuais, membros da associação como parceiros, junto com seu presidente Sr. Sebastião Amorim, o professor de ginástico Marcelo, a Escola Social Evangélica e amigos. Com essa associação irei desenvolver uma oficina xilogravura e uma exposição sobre os trabalhos educativos que a associação faz durante o ano todo.
Objetivo geral:
Onde quero Chegar? Com a proposta de Estagio III, “Porta de Entrada” percurso, e a descoberta da Associação de Terceira Idade, Rainha Da paz, pretendem buscar, esclarecer e identificar para os participantes dessa proposta uma oportunidade única de descobertas sobre a ação da Cidade Educadora em nossas vivências, mostrando aos parceiros da terceira idade a potencialidade de seu espaço e fazeres, como experiências educativas. Poucas pessoas conhecem as ações que são desenvolvidas pela associação da terceira idade, o meu intuito e divulgar para o maior numeram de pessoas estes trabalhos que estão sendo desenvolvidos pela associação aqui neste espaço.
Objetivos específicos:
Conhecer a história dos membros da associação, e suas experiências com a cidade em que se confrontam pensamentos dos familiares, amigos e jovens da família de cada participante da associação.
Trabalhar com estes senhores e senhoras uma oficina de xilogravura inspirado no trabalho do artista Karl Heinz Hansen Bahia. Proporei uma temática em função da Cidade Educadora, com o tema cidade, suas potencialidades educativas em constantes transformações.
Buscar construção de conhecimento por meio da visualidade das imagens que serão produzidas através da xilogravura.
Justificativa:
Onde quero chegar? Alcançar o que está sendo proposto pelo Estagio Supervisionado III,
• Aprofundar competências etnográficas para a investigação e imersão em de outros campos de estágio;
• Analisar os contextos educativos não formais de ensino como meios sociais em que se produz e se compartilha conhecimento socialmente legitimado;
• Observar os modos como o ensino de arte é inserido nesses contextos, do ponto de vista do projeto pedagógico das instituições onde se desenvolve educação;
• Caracterizar projetos de ensino de artes visuais, e analisar a sua operacionalização;
• Mapear possibilidade de conexão entre instâncias de educação formal e não formal.
Através dessa intervenção quero buscar experiências, observações e olhares sobre os trabalhos que serão realizados como oficinas de xilogravuras, onde cada participante da associação colocará em seus desenhos uma lembrança de uma parte da cidade que foi se modificando. Temas serão abordados como saudades, memórias, experiências, descobertas, prazeres e desprazeres. A intervenção é relevante porque estamos falando de educação informal, nada melhor do que lidar com experiências de vida para que se espelhem em ações educativas.
Cronograma:
Materiais: Para essas oficinas usaremos bandejas de isopor, tinta guache, papel sulfite tipo A4 e rolos de espuma. Tudo será fotografado e filmado.
O primeiro momento será dia 12 /11 /2010 das 08h00min as 12h00min. Acontecerá nesse dia um grande encontro dos membros da associação no clube Califórnia em Alexânia esse dia já foi negociado com a associação e será apenas para o desenvolvimento das atividades relacionadas ao estágio.
O segundo momento será no mês de Novembro, dia 20/11/2010. A escola Social Evangélica visitará a sede da associação da terceira idade para a exposição dos trabalhos realizados de xilogravura onde os membros irão falar de suas experiências sobre a cidade educadora.
Todos os registros de depoimentos serão feitos e postados no blog.
Já no primeiro encontro colocarei toda a proposta sobre o desenvolvimento da intervenção.
Metodologia:
Tomando como base a proposta da disciplina de Estágio Supervisionado III, e baseando-me em experiências pesquisadas no trabalho de campo “Experimentações da Terceira Idade” Como vou ensinar? Usarei um recurso simples, serão materiais impressos, sobre xilogravura que pesquisei no site teatro do pé, literatura de cordel, xilogravura, temas de ensino. Forma que irei realizar a oficina, usarei bandejas de isopor, tinta guache, ponta seca e papel sulfite A4 de cor branca. com orientação no trabalho do artista plástico Hansen Bahia.
Irei desenvolver a proposta da porta de entrada em parceria com o Colégio Social Evangélico.
Será feito registro de depoimentos, da oficina de Xilogravura para que a exposição aconteça no segundo momento
A oficina será feita com tema “Cidade e suas Mudanças”, será realizada no dia 12/11/2010 na sede do clube Califórnia e terá a duração de 4 horas de encontro, será das 14h00min as 18h00min, estão programadas apresentação dos membros da associação, as 15h00min com apresentação da proposta de Estágio para os membros da associação.
Bahia, Hansen (1915 - 1978)
Biografia
Karl Heinz Hansen (Hamburgo, Alemanha 1915 - São Félix BA 1978). Gravador, escultor, pintor, ilustrador, poeta, escritor, cineasta e professor. Entre 1936 e 1945, serve como soldado na Segunda Guerra Mundial, 1939 - 1945, e atua como ilustrador de histórias infantis. Realiza suas primeiras xilogravuras entre 1946 e 1948. Emigra para o Brasil em 1950, instala-se em São Paulo e trabalha para a Companhia Melhoramentos até 1955, ano em que se muda para Salvador. Em 1957, ilustra a publicação Flor de São Miguel, com textos de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e de sua autoria. No ano seguinte realiza ilustrações para Navio Negreiro, de Castro Alves. Retorna à Alemanha em 1959, lá permanecendo até 1963, enquanto trabalha no ateliê de gravura fundado por ele mesmo no castelo Tittmoning. Vive na Etiópia entre 1963 e 1966, onde ajuda a estabelecer a Escola de Belas Artes da cidade de Addis Abeba. Retorna a Salvador e naturaliza-se, adotando o nome artístico de Hansen Bahia. Torna-se professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1967. Muda-se para São Félix, Bahia, em 1970, e lá reside até seu falecimento, em 1978. Dois anos antes de sua morte, doa em testamento sua produção artística para a cidade de Cachoeira, Bahia, onde é criada a Fundação Hansen Bahia, que recebe seu acervo artístico de xilogravuras, matrizes, livros, pinturas, prensas e ferramentas de trabalho.
Karl Heinz Hansen (Hamburgo, Alemanha 1915 - São Félix BA 1978). Gravador, escultor, pintor, ilustrador, poeta, escritor, cineasta e professor. Entre 1936 e 1945, serve como soldado na Segunda Guerra Mundial, 1939 - 1945, e atua como ilustrador de histórias infantis. Realiza suas primeiras xilogravuras entre 1946 e 1948. Emigra para o Brasil em 1950, instala-se em São Paulo e trabalha para a Companhia Melhoramentos até 1955, ano em que se muda para Salvador. Em 1957, ilustra a publicação Flor de São Miguel, com textos de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e de sua autoria. No ano seguinte realiza ilustrações para Navio Negreiro, de Castro Alves. Retorna à Alemanha em 1959, lá permanecendo até 1963, enquanto trabalha no ateliê de gravura fundado por ele mesmo no castelo Tittmoning. Vive na Etiópia entre 1963 e 1966, onde ajuda a estabelecer a Escola de Belas Artes da cidade de Addis Abeba. Retorna a Salvador e naturaliza-se, adotando o nome artístico de Hansen Bahia. Torna-se professor de artes gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1967. Muda-se para São Félix, Bahia, em 1970, e lá reside até seu falecimento, em 1978. Dois anos antes de sua morte, doa em testamento sua produção artística para a cidade de Cachoeira, Bahia, onde é criada a Fundação Hansen Bahia, que recebe seu acervo artístico de xilogravuras, matrizes, livros, pinturas, prensas e ferramentas de trabalho.
Avaliação:
A avaliação começará na elaboração da proposta, a participação dos parceiros, envolvidos, a oficina, a exposição, às atividades realizadas, entrevista, depoimentos serão registrados através de filmagens, os vídeos serão postados no blog, fotografias serão feitas de todo o processo e postadas no ambiente e no blog.
Bibliografia:
JUREMA SAMPAIO, O que é um Projeto Pedagógico em Artes Visuais? Disponíveis no:
Pag. 74, 75, 76,77 do material didático oferecido pela FAV UFG,
HANSEN BAHIA, Exposição Hansen Bahia 95 anos/03/04/2010, disponível no Site:
http://conversademenina.wordpress.com/2010/02/28/artes-plasticas-acervo-de-hansen-bahia-e-restaurado
ANA CAROLINA JUNQUEIRA, Experimentações da terceira idade, disponíveis no site:
http://www.diarioon.com.br/arquivo/4404/lazer/lazer-15829.htm
ITAU CULTURA, Enciclopédia de Artes Visuais, disponível no site ;
http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index. cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=2000&cd_idioma=28555
TEATRO DO PÈ, literatura de cordel: xilogravura, temas e ensino.
blog.teatrodope.com.br/images/xilogravura_02.jpg
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Artista Martial Raysse
. Pesquise nas Unidades 1 e 2 da disciplina Ateliê de Poéticas Contemporâneas, dentre as tendências apresentadas, um artista que tenha desenvolvido sua poética em diálogo com o tema cidade. Para tal exercício é essencial que você amplie o espaço de consulta para além do texto base. É critério que o artista seja escolhido a partir do texto indicado para leitura.
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